Aprendi que se aprende errando;
Que crescer não significa fazer aniversário;
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem;
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro;
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos;
Que os verdadeiros amigos sempre permanecem ao seu lado independente da hora;
Que maldade se encontra atras de uma bela face;
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura ela;
Que quando pensas saber de tudo ainda não sabes de nada;
Que a natureza é a coisa mais bela da vida;
Que amar significa se dar por inteiro;
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos;
Que se pode conversar com estrelas;
Que se pode confessar com a lua;
Que se pode viajar alem do infinito;
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde;
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso;
Que se deve ser criança a vida toda;
Que nosso ser é livre;
Que Deus não proíbe nada em nome do amor;
Que o julgamento alheio não é importante;
Que o que realmente importa é a paz interior;
"Não podemos viver apenas para nós mesmos. Mil fibras nos conectam com outras pessoas, e por essas fibras nossas ações vão como causas e voltam para nós como efeitos."
Doce Suspiro
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Transparência
“Costuma-se pensar que quem escreve muito é facilmente decifrado. Acredita-se que a vida está inteiramente exposta nos rascunhos e que basta uma leitura rápida para conhecer parte por parte do autor. Digo o contrário. Podem revirar minhas linhas, que não encontrarão nada muito satisfatório. Estou presente em todas, é claro. Ainda mais quando se escreve mais de coração do que de mente. Ou quando se derrama em cada frase quase tão abertamente. Mas, ouça, há muito mais no que eu não digo. Repara, minhas entrelinhas são bem mais extensas que qualquer trecho meu já publicado. Escrever pede cuidado, não se pode jogar-se num ventilador assim tão fácil, porque logo a gente se perde entre as palavras e nunca mais consegue se achar. E todo mundo pode nos conhecer tão rapidamente como se conhece o gosto de um doce. Não importa o quanto eu me permita transparecer, sou muito mais do que descrevo. Mesmo nos mais introspectivos trechos, eu me escondo, oculto fatos, diminuo o tamanho da dor, a extensão da felicidade. Não preciso gritar do que gosto para que continue gostando. Não necessito mostrar o quão profunda sou para que continue sendo. Eu sou! independente do que eu diga. Quem me lê, pode me entender, pode identificar-se, saber um pouco sobre mim, mas nunca viverá na minha pele para conhecer-me realmente. Quem escreve pode dizer muito, mas pouco explica. O real, o sentimento verdade que gerou certa explosão de palavras, só é conhecido por dentro daquele que sentiu. O fato, que após traduzido em sílabas, ganha centenas de significados entre os quais pode, sim, haver semelhança com a realidade, mas quem é que sabe? Quem é que entende? Quem o viveu. Sou isso o que podem ver, mas também sou muito além. Me oculto nas entrelinhas mais do que me permito aparecer nos parágrafos. Não preciso transparecer para ser. Isso não é sobre quem diz mais, é sobre quem fecha o caderno de anotações e sai para viver cada letra escrita.”
terça-feira, 16 de julho de 2013
“Nunca diga “te amo” se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.”
domingo, 14 de julho de 2013
Há mulheres
Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.
Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.
Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.
Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.
Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.
Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.
Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.
Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.
Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulher pequena.
Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.
Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.
Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.
Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.
Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.
Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.
Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.
Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulher pequena.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
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